Aumento no preço do combustível é golpe que prejudica o comércio

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No dia 31 de outubro de 2016, o ministro Henrique Meirelles usou o programa “A voz do Brasil” para dizer que não haveria aumento de impostos, graças a aprovação da PEC que congelou os gastos públicos para os próximos 20 anos. “Só seria necessário se as despesas continuassem a crescer descontroladamente. No momento em que o governo corta na carne, elimina a necessidade de aumentar impostos”, disse ele.

Agora, veio o aumento dos combustíveis. A Petrobras calcula que o impacto para o consumidor seja de 7%. Até quem apoiou Temer no golpe, chiou: A Federação das Indústrias de São Paulo e o prefeito de São Paulo, João Doria.

E para agradar aos parlamentares que decidirão se ele continua ou não na Presidência, Temer liberou R$ 15 bilhões nas últimas semanas, de acordo com o jornal “O Globo”.

PREJUÍZO PARA O COMÉRCIO

A gente sabe que aumento no preço dos combustíveis puxa outros aumentos, como frete para transportar as mercadorias que são vendidas no comércio, alimento, roupa, eletros, carros, entre outros. Além de prejudicar a economia como um todo, impacta forte no setor pois afetará o consumo, reduzindo vendas e aumentando ainda mais o desemprego. Vai pressionar também aumentos para a cesta básica e a tarifa do transporte público.

Isso mostra que a política econômica adotada até agora não colocou o País no caminho da retomada do crescimento, como prometeram. Na verdade, as medidas desastrosas mostram que o ajuste fiscal aplicado fracassou e a arrecadação caiu.

INVERSÃO DA ERA LULA

Temer e seus aliados inverteram a dinâmica implantada por Lula, onde as políticas econômicas valorizavam o mercado interno e as classes C, D e E, que mais consomem e movimentam a economia. Essas medidas atuais também afetam as empresas, que endividadas, não investem. Isso gera o ciclo negativo, fazendo a economia cair e comprometendo a arrecadação do governo.

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