Alimentos sobem mais, e inflação da 3ª idade avança no trimestre, diz FGV

Na passagem do primeiro para o segundo trimestre do ano, a principal contribuição para a aceleração da alta na taxa foi do grupo alimentação, que passou de uma variação positiva de 0,65% para 2,19%, no período. Os itens com maior impacto foram carnes bovinas (de -5,80% para -1,45%), hortaliças e legumes (de +0,06% para +16,70%) e laticínios (de -0,25% para +2,80%).

Contribuíram também para a inflação maior os grupos saúde e cuidados pessoais (de 1,40% para 2,21%), despesas diversas (de 0,80% para 6,19%), vestuário (de 0,24% para 1,45%) e comunicação (de -0,45% para -0,14%), com destaque para os itens medicamentos em geral (de 0,45% para 3,60%), cigarros (de 0,00% para 20,32%), roupas (de -0,10% para +1,18%) e mensalidade para internet (de 0,04% para 0,34%).

Na direção oposta, houve redução nas taxas de variação de preços dos grupos habitação (de 2,15% para 1,36%), transportes (de +0,57% para -0,53%) e educação, leitura e recreação (de 3,48% para 0,56%), com as maiores influências vindo de empregados domésticos (de 6,32% para 1,02%), automóvel novo (de +0,73% para -4,62%) e cursos formais (de 7,98% para 0,00%).

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