Ato das centrais defende auxílio de R$ 600 e desoneração da folha

Nesta segunda (03/11), as centrais sindicais protestaram na Avenida Paulista com o objetivo de intensificar a campanha pelo restituição do auxílio emergencial no valor de R$ 600,00.

O benefício foi prorrogado mas o governo Bolsonaro rebaixou seu valor à metade, ou seja, R$ 300,00, quantia insuficiente para garantir a sobrevivência das famílias necessitadas e que também terá impactos negativos sobre a economia brasileira e o mercado de trabalho, na opinião dos dirigentes sindicais.

A redução do valor foi imposta através de Medida Provisória encaminhada ao Congresso Nacional, que pode alterá-la. As centrais lutam para que o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, coloca a MP em votação imediatamente. As lideranças também defenderam a prorrogação da desoneração da folha de pagamento para as empresas com a contrapartida de manutenção do emprego, o que passa pela derrubada de um veto do presidente Bolsonaro.

O ato teve início às 11 horas. Reuniu cerca de 500 pessoas, em sua maioria sindicalistas e trabalhadores e trabalhadoras da base. “Superou as nossas expectativas”, avaliou o secretário geral da CTB, Wagner Gomes, que ressaltou a “boa representatividade” e a presença de veículos da grande mídia, o que não é muito comum em manifestações do gênero.

“Restaurar o valor original do auxílio emergencial e prorrogar a desoneração da folha são duas coisas fundamentais para amenizar o sofrimento do povo e impedir o agravamento da crise econômica e o crescimento do desemprego”, defendeu Gomes.

Fonte: CTB Brasil

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