Comerciário é vítima da violência gerada pela greve da PM

O Sindicato apoia a paralisação da PM enquanto direito constitucional legítimo de todo trabalhador mas acredita que se faz necessário um entendimento entre as partes envolvidas, PM e Estado. E é totalmente contrário a situação de pânico instalada na cidade e no estado, inclusive no fechamento de vias através de ônibus.

Com a paralisação da PM, o comércio de rua é a parte mais exposta a todo tipo de insegurança, porque está diretamente ligado a sociedade e devido a facilidade de acesso. Uma onde de saques, assaltos e arrombamentos são noticiados a cada dia, o que gera prejuízos aos empresários e consequentemente demissões de trabalhadores, que são os maiores prejudicados, porque, além de todos os outros fatores, é colocado em situação de risco por estarem a frente dos estabelecimentos.

Precisamos de uma solução urgente para o impasse porque toda a população está sendo penalizada, com trabalhadores e sociedade civil sem garantias como segurança e liberdade para exercer suas atividades cotidianas.

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