CTB Bahia debate impactos da conjuntura para os negros em seminário

A mesa de abertura foi composta pelo secretário de Combate ao Racismo da CTB Bahia, Silvio Pinheiro e a vice-presidente Rosa Souza; o diretor de Trabalho e Renda da Unegro, Everaldo Vieira; Rose Correia e Josélia Santos secretarias de gênero e raça do sindicato dos comerciários de Salvador e Gildomar Santana, secretario de Combate ao Racismo do Sinttel Bahia. As palestrantes foram: Sirlene Assis, presidente da Unegro Bahia, Mônica Custódio secretária nacional de Políticas de Promoção e Igualdade Racial da CTB e Ana Margaret, técnica da Dieese.

Em sua exposição, Sirlene Assis falou sobre a importância da unidade do movimento negro neste momento atual. “Falar de movimentos negros é falar de direitos humanos, a historiografia brasileira negou e continua negando nossa história. Os negros estão nos piores cargos nos trabalhos, principalmente em Salvador”, disse.

Para Mônica Custódio, a http://www.cialisgeneriquefr24.com/cialis-infarctus/ realização do seminário é muito importante para os trabalhadores, principalmente neste momento que a gente vive e com o avanço dor racismo. “Para nós da CTB, é muito importante debater mais uma vez esse assunto, uma discussão que pauta trabalho, o preconceito e direitos humanos. Isso é fundamental, pois é no mercado de trabalho que essa ferramenta chamada racismo se materializa, no mercado de trabalho que é tirado de você o direito a dignidade, a emancipação”.

O secretario de Combate ao Racismo da CTB Bahia, Silvio Pinheiro, também falou da importância da realização do seminário. ” Esse evento foi uma oportunidade que a CTB Bahia, junto com todas as secretarias de combate ao racismo, teve para expor o pensamento da central como um todo, foi um debate construtivo sobre a experiência de como trabalhar e discutir o racismo no mercado de trabalho, agradecemos a todos que participaram desse encontro”.

Para encerrar o encontro Ana Margaret a técnica da Dieese falou sobre a pesquisa de inserção do negro no mercado de trabalho. “ Apesar de representarem a maior parte da população, os negros possuem um legado histórico de discriminação que se reflete em uma inserção no mercado de trabalho pior do que a dos não negros. Em todas as atividades, o rendimento dos não negros é superior que o dos negros”, concluiu.

Fonte: CTB Bahia

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