Curso de cabeleireiro está em alta no mercado

E um dos estabelecimentos que oferecem a formação é a Escola de Cabeleireiros D‘Ella Gyzza, localizada na Rua J.J.Seabra, Aquidabã, com a oferta de aulas de lavagem capilar, colorimetria (pintura), transformação (relaxamento), escova , corte em geral, progressiva, barbearia e mega hair.

A diretora da escola, Gizza Lima, também instrutora na Escola Embelleze, que sempre participa de ações voluntárias em comunidades e hospitais, afirma que “é uma profissão em que o aluno não fica sem dinheiro, após o certificado já pode se registrar e abrir uma portinha ou uma salinha e começar a trabalhar para si. Ele vai ser o seu patrão”.

Gizza conta que uma das novidades do mercado é a progressiva à base de carbocisteína da Belíssima, que não contém formol, mas proteínas, aminoácidos e óleo de argan. “E já na escola, hoje mesmo está tendo esta oficina aqui, as alunas estão aprendendo a utilizar este produto. Aqui se aprende da lavagem dos cabelos à progressiva “, explicou.

A história da cabeleireira não é diferente de muitas pessoas que foram em busca de um trabalho autônomo. De ex-bancária ela passou a cabeleireira e professora da profissão. “Minha amiga entrou nesta área e tomei coragem também. Fiz dois cursos no Senac e de Iraci Machado, trabalhei em vários salões de Salvador. Mas , ao fazer uma reciclagem no Senac, de aluna passei a professora durante sete anos. Desde 1987 até agora estou nesta profissão que gosto muito”, revelou.

Para quem está interessado em fazer um curso desta área, os preços estão em torno de R$1.300, que podem ser divididos em oito parcelas de R$150. O curso intensivo são quatro aulas por semana e tem a duração de quatro meses, já o outro são de duas aulas por semana com duração de oito meses.

Todos com a mesma taxa cobrada.

A cabeleireira explica que após receber o certificado, o aluno poderá se registrar no Sindicato dos Cabeleireiros da Bahia, o que lhe dará direito a assistência jurídica e fazer reciclagem em qualquer lugar do país.

Curiosidade – A curiosidade e o desejo de melhorar de vida levou a doméstica Rosilene dos Santos Pinheiro à escola de cabeleireiro. “Sempre gostei desde menina de mexer em cabelos, depois que começou a progressiva, tive a curiosidade, pois passava na rua e via os cabelos das mulheres. Já comecei o curso há dois anos, agora estou fazendo reciclagem, é uma profissão maravilhosa, inclusive já fiz vários cursos de depilação e maquiagem”, contou.

Para a aluna Monique Batista dos Santos, ainda estudante da sétima série e a mais nova do grupo, 18 anos, a vontade de ser cabeleireira é muito grande, embora afirme que não irá deixar os estudos, no entanto ainda não sabe precisar qual o curso universitário que quer seguir. Por enquanto está feliz com o que tem aprendido na escola de cabeleireiro D‘Ella Gyzza. “Gosto muito de mexer em cabelo”, resumiu.

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