Dia 22: defender a democracia e nossos direitos

Estamos no TIME QUE EXIGE “FORA, TEMER!”. Uma palavra de ordem que se fortalece a cada dia que são desmascaradas as mentiras que derrubaram ilegalmente Dilma. Cresce no Pais o desejo por novas eleições presidenciais, revelado por uma pesquisa do Datafolha (em julho), onde 62% da população quer escolher um novo mandatário. A tese é reforçada por uma consulta pública do Senado, quando mais de 90% dos participantes são favoráveis a novas eleições.

É o momento de resistir a outros golpes de Temer, Aécio Neves, Geddel Vieira Lima e seus aliados. Vamos DIZER NÃO À REFORMA DA PREVIDÊNCIA, que acaba a diferença de tratamento entre homens e mulheres, e da aposentadoria especial dos professores, estabelecendo 65 anos de idade para todos. Merece respeito quem deu suas vidas para construir o Brasil.

No jornal Comerciário, mostramos que a Previdência não tem déficit, com dados da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (ANFIP). No ano passado, por exemplo, o gasto com Seguridade Social (aposentadorias, benefícios sociais e despesas do Ministério da Saúde) foi de R$ 631,1 bilhões. As receitas foram de R$ 707,1 bi, gerando um superávit de R$ 76 bilhões.

O dia 22 é também para DIZER NÃO À REFORMA TRABALHISTA. Um de seus absurdos é formalizar a jornada de trabalho de até 12 horas diárias e estabelecer o negociado (entre patrão e empregado) sobre o legislado (CLT e outras leis). No País onde ainda impera a desigualdade, os trabalhadores precisam ter o mínimo garantido em lei. Além disso, querem impor o contrato por produtividade.

Para os trabalhadores, NÃO HÁ O QUE TEMER. Vamos à luta com as centrais sindicais e os movimentos sociais liderados pela FBP e pela FPSM.

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