Centrais anunciam ações para o Dia Nacional de Lutas

Para os representantes das centrais, a data será um marco histórico, e a expectativa é de que haja sensibilização por parte dos governos.“A expectativa nossa é que o ato sensibilize o governo e o congresso nacional. Estamos com uma pauta de reivindicações apresentada desde a 2ª Conclat, em 2010, e no nosso entendimento foi feito pouco caso para uma discussão concreta nesse sentido. A ideia é que, a partir do dia 11, um ciclo de novas manifestações deve acontecer no país até que congresso e o governo federal possa discutir a redução da jornada de trabalho e as reformas estruturantes que o movimento sindical entende que se faz necessário nesse novo ciclo de mudanças do país”, destacou Aurino Pedreira, Presidente da CTB Bahia.

Comerciários

Em duas assembleias realizadas nesta segunda-feira (8/7), na sede da categoria, os comerciários votaram e aprovaram a participação no ato unificado, e durante todo o dia haverá manifestações e paralisações no comércio de Salvador. “O Sindicato dos Comerciários incorpora as lutas populares junto com as outras centrais sindicais. Já fizemos assembleias e a categoria aprovou o ingresso dos comerciários na luta porque entende que é fundamental a classe trabalhadora pressionar o congresso nacional para as reformas democratizantes e estruturais do nosso país.”, disse Jaelson Dourado, Presidente do Sindicato dos Comerciários.

Outras categorias confirmaram apoio ao movimentos

Categorias importantes de trabalhadores confirmaram apoio ao movimento, entre elas: bancários, professores, químicos e petroquímicos, funcionários públicos, rodoviários, metalúrgicos, trabalhadores da construção civil, da saúde, etc. “Fizemos uma assembleia na semana passada e houve aprovação por unanimidade. O objetivo é garantir o maior número de agências fechadas em todo o estado da Bahia.”, falou Augusto Vasconcelos, Diretor do Sindicato dos Bancários. “A orientação é que todos os professores do estado da Bahia parem suas atividades para participar dos atos nas dez maiores cidades do estado, onde acontecerão atos da APLB. Os demais, da Região Metropolitana, devem vim para Salvador para participar do ato no Campo Grande”, completou Rui Oliveira, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado da Bahia (APLB).

Pauta

Na pauta de reivindicações do movimento estão: fim do fator previdenciário; reforma política;  democratização da mídia; 10% do PIB para a saúde; 10% do PIB para a educação; redução da Jornada de Trabalho para 40h semanais, sem redução de salários; transporte público e saúde de qualidade; reforma agrária; etc.

 

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