Dilma inaugura estação Pirajá do Metrô de Salvador

Durante o evento, a presidenta Dilma afirmou que seu governo está empenhado em fazer as mudanças necessárias para que o país volte a crescer. “Mesmo em momentos de dificuldades imediatas, nós não vamos parar. Vamos continuar investindo naquilo que faz diferença na vida das pessoas. E se tem uma coisa que faz diferença na vida das pessoas é o transporte urbano. Porque isso significa ganhar tempo na vida de cada um e de cada uma e para a vida das famílias”, garantiu Dilma.

O Governo de Rui Costa, em parceria com a presidenta Dilma, assumiu o compromisso com o desenvolvimento da mobilidade urbana da capital baiana e, finalmente, em pouco tempo concluiu a primeira etapa do projeto do Metrô de Salvador. A linha dois, na Av. Paralela, está em franca expansão

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A novela do Metrô de Salvador

O projeto para os trabalhos do Metrô de Salvador iniciou em 1997, sob a responsabilidade do governo municipal do, então, prefeito Antônio Imbassahy e era constituído por quatro etapas. A primeira foi o trecho licitado entre Lapa e Pirajá, na linha 1. A ordem de serviço das obras civis foi assinada em dezembro de 1999.

Previa-se a conclusão dos 11,9 quilômetros e das oito estações (Lapa, Campo da Pólvora, Bonocô, Brotas, Acesso Norte, Retiro, Juá e Pirajá) até 2003. A construção de fato só foi iniciada em abril de 2000 e depois de muitas paralisações nas obras a conclusão foi prorrogada para dezembro de 2008. Neste momento, a bola já estava com o prefeito João Henrique Carneiro, que finalizou seu governo com o título de pior prefeito do Brasil.

Durante este período, o Tribunal de Contas da União, investiga indícios de superfaturamento de mais de 160 milhões de reais desde o início da obra, valor que, corrigido, chegaria a 400 milhões de reais 13 anos depois de iniciado.

Após negociações entre os governos municipal e estadual para dar prosseguimento às obras, foi acertado o acordo de transferência da responsabilidade do transporte ferroviário metropolitano da Grande Salvador para o Governo do Estado, sob o comando do governador Jacques Wagner e, posteriormente, Rui Costa, em parceria com o Governo Dilma. Foi só a partir daí que a obra deslanchou.

Sônia Corrêa | Ascom/Sindicom, com informações do portal Brasil

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