Dinheiro do 13° salário movimenta economia com R$ 196,7 bilhões

Segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), estima-se a nossa economia terá um incremento de R$ 196,7 bilhões, aproximadamente 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Esses recursos são pagos a cerca de 84 milhões de pessoas, entre trabalhadores do mercado formal, empregados domésticos, beneficiários da Previdência, aposentados e pensionistas. “Isso é importante para a categoria comerciária. Há 15 anos, mesmo em cenários difíceis, o comércio baiano tem crescido mais que a média nacional. Seguramente, os recursos do 13º ajudarão no crescimento do setor, melhorando as vendas e as comissões”, enfatiza o presidente do Sindicato, Jaelson Dourado.

NOVAS CONQUISTAS

O cenário indica a busca de novas conquistas “Estamos confiantes em um final de ano positivo para o comércio e para os comerciários”, diz Adilson Alves, presidente do Sintrasuper (supermercados). “Isso aponta para novas lutas em 2017. Vamos preparar uma grande campanha salarial e buscar novas conquistas”, completa o presidente da FEC Bahia, Reginaldo Oliveira.

A estimativa do DIEESE se baseia nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, além de informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, e informações da Previdência Social e da Secretaria Nacional do Tesouro (STN).

De acordo com o órgão, os dados são uma projeção do volume total do 13º Salário que entra na economia durante todo o ano. A distribuição entre os beneficiados fica assim: 33,6 milhões(39,9%) de pessoas entre aposentados e pensionistas; 49,5 milhões (58,9%)de empregados formais e 982 mil(1,2%) de aposentados e pensionistas, refere-se aos da União (Regime Próprio). Esse é o total de pessoas a serem beneficiadas com o 13º salário.

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