Empresas celebram 73,88% de crescimento nas vendas online

Se a pandemia criou dificuldades para várias atividades econômicas, as empresas celebram o crescimento das vendas pela internet em 73,88%, no ano passado. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net) em parceria com o Neotrust | Movimento Compre & Confie.

Publicado no site e-commercebrasil, em fevereiro, o estudo mostra ainda como o e-commerce voa em “céu de brigadeiro”. Em dezembro de 2020, a alta foi de 53,83%, em relação ao mesmo período de 2019. O faturamento teve crescimento de 55,74%.

Por região (comparando dezembro de 2020 e dezembro de 2019), o Nordeste liderou com 77,63%, seguido pelo Sul (66,22%), Sudeste (48,32%), Centro-Oeste (46,99%) e Norte (39,25%).

FATURAMENTO + 41%

Outra matéria, do site InfoMoney, revelou que o faturamento do e-commerce cresceu 41% em 2020. Foram mais de 194 milhões de pedidos feitos, a maior alta desde 2007. Dados do estudo Webshoppers (Ebit/Nielsen & Bexs Banco), mostram que as vendas somaram cerca de R$ 87,4 bilhões no período, impulsionadas pela pandemia de Covid-19.

Pesquisa do InfoMoney mostrou, ainda, que 55,1% das transações foram feitas por aparelhos móveis. Somaram R$ 45,9 bilhões em faturamento (aumento de 79% em relação a 2019, e 176% em relação a 2018), sem considerar transações de aplicativos de delivery.

Ainda de acordo com o site, o Nordeste se destacou: 31,7% do aumento total de 2020 vieram de consumidores nordestinos. A região é responsável por 18,5% do faturamento de e-commerce no Brasil.

As lojas de departamento, como Americanas e Magazine Luiza, concentraram 84,3% das compras online em 2020. Lojas de artigos esportivos, o segundo segmento mais popular, geraram apenas 2,8% do faturamento.

FACILITADORES

O estudo listou fatores que atraem os consumidores, como garantir frete grátis nas compras: 43% das transações não tiveram custo de envio para o consumidor.

Para variar, as redes sociais e sites de busca lideraram como expoentes de produtos ao consumidor. Casa e Decoração responderam por 55% do faturamento total do setor, vindo de consumidores que encontraram as lojas a partir desses locais. Outros setores beneficiados foram Roupas e Calçados (44%), e Perfumaria (38%).

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