Episódio no Carrefour: SintraSuper quer preservação dos trabalhadores

Após o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, em função da ação absurda de seguranças do Carrefour no dia 19, em Porto Alegre (RS), vários atos contra o racismo ocorreram no País. Aqui em Salvador, manifestantes protestaram em frente a uma das lojas do Atacadão, pertencente ao grupo.

O SintraSuper também se solidariza com a família de João Alberto e entende que episódios como esse exigem mais investimentos das empresas na contratação de prestadoras de serviços, especialmente de segurança, além da preservação permanente dos funcionários diretos em situações assim.

A entidade defende os trabalhadores e as trabalhadoras de supermercados, além do interesse público. Estamos em pleno Novembro Negro, celebrando conquistas da população negra, protestando contra o racismo ainda existente e construindo caminhos para uma sociedade mais justa socialmente e igualitária.

HISTÓRICO RUIM

Segundo matéria da Folha de SP, o grupo Carrefour é líder do segmento no Brasil e vice líder mundial. A rede, de origem francesa, realizou acordo global se comprometendo as combater práticas discriminatórias, preconceituosas e antissindicais.

Mas, vários episódios mostram o contrário: cachorro morto por seguranças; cliente que apanhou em uma das lojas e funcionário que sofreu racismo e foi demitido por denunciar o fato, entre outros.

Além disso, o grupo estimula a dessindicalização dos seus empregados e os orienta a não autorizar o desconto da taxa assistencial. Parece que o seu código de conduta não é respeitado no Brasil

Salvador-Ba, 25 de novembro de 2020

Rosa de Souza – presidente do SintraSuper

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