No Sesc as comemorações deixaram a desejar

Com todo esse dinheiro, não é possível que o Sesc não possa melhorar o tratamento dado aos comerciários da Bahia. Em nosso Jornal Comerciário, já nos manifestamos sobre a sede de Piatã, que encontra-se depreciada e que não atende adequadamente a categoria.

O presidente do Sindicato, Jaelson Dourado, participou do ato de abertura do Dia do Comerciário, no Sesc e aproveitou para observar a situação das dependências. “No dia do comerciários, encontramos uma sede maquiada, com uma recente pintura em alguns locais e corrimões. Mas, também encontramos muitas reclamações. A começar pela logística para receber os trabalhadores que foram comemorar seu dia”, disse Jaelson.

Filas imensas se formaram nos acessos à sede, debaixo de um sol escaldante. E outras filas homéricas para os caixas internos. Pior ainda para idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, que não contaram com acesso prioritário.

As mudanças também foram sentidas por aqueles comerciários que são frequentadores do Sesc, nesta data comemorativa. Ouvimos reclamações sobre a ausências dos sorteios de brindes e perguntamos: será por falta de dinheiro?

Defendemos que o Sesc trate melhor os comerciários e não se trata, apenas, desta data. É preciso realizar melhorias na sede de praia, ampliar o número de restaurantes – são apenas três há 20 anos – para uma categoria de mais de 100 mil trabalhadores.

Precisamos de unidades em locais de grandes concentrações comerciais como: Iguatemi, Barra, Cajazeiras, Subúrbio, Liberdade, Itapoan, entre outros, para atender trabalhadores de pequenas e médias empresas.

Por Sônia Corrêa – Ascom Sindicom

 

 

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