Número de empregos formais reflete o dinamismo do PIB baiano

Os setores de serviços, comércio e construção civil, que tiveram o maior aumento do emprego formal, observou Gabrielli, são os mesmos que mais cresceram no PIB baiano. “São setores que dependem fortemente do crescimento da renda interna e da renda das pessoas e das famílias. Essa é uma nova característica importante do dinamismo da economia baiana, que é muito mais baseada no mercado de consumo, no mercado interno, e fruto da redistribuição de renda que está ocorrendo no estado”.

Numa avaliação setorial, o setor de serviços foi o que gerou o maior saldo na Bahia no mês de setembro, com a geração de 1.793 empregos formais. O setor do comércio, assim como no mês anterior, ficou com a segunda colocação, registrando um saldo de 1.683 postos de trabalho, seguido da construção civil (1.004 vagas), que ficou na terceira posição.

Segundo o resultado do Caged de setembro, divulgado esta semana, o Nordeste teve um saldo positivo de 71.246 novos postos de trabalho no mês passado, sendo que de janeiro a setembro deste ano esse número alcançou 179.637 empregos. No acumulado do ano, a Bahia se mantém como o maior criador de empregos formais do Nordeste, com 45.659 postos de trabalho com carteira assinada, seguido de Pernambuco, com 44.718 vagas.

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