R$ 250 de auxílio é absurdo

Foi a pressão do movimento sindical e a ação da oposição ao governo Bolsonaro no Congresso Nacional que o auxílio emergencial de R$ 600,00 foi aprovado, em 2020.

Um ano após o início da pandemia, países da Europa e EUA injetaram bilhões nas economias para manter seus auxílios para desempregados e garantir recursos às pequenas e médias empresas.

No Brasil, o governo Bolsonaro disse que não ia manter o benefício. Depois, recuou, mas afirmando que será R$ 250,00. Um absurdo, pois vimos como esse dinheiro nas mãos do povo ajuda a minimizar os efeitos da crise sanitária na economia, especialmente no comércio.

Sem qualquer noção, o presidente e o ministro da Economia, Paulo Gudes, articulam uma PEC emergencial estabelecendo quatro parcelas de R$ 250,00. E o pior: exclui 20 milhões de pessoas dessa ajuda e chantageia deputados e senadores que a contra partida será o fim da obrigação constitucional de gastos mínimos com saúde e educação.

Vemos um governo incompetente na economia e no combate à pandemia. Mostra sua face criminosa, ao deixar o País chegar a segundo no mundo em número de mortes por Covid-19. Isso porque nega a doença e a ciência, critica as medidas de governadores e prefeitos, além de sabotar as medidas de isolamento social, a compra de insumos e vacinas

Juntos com as centrais, o Sindicato dos Comerciários e o SintraSuper defendem o retorno imediato do auxílio emergencial (no valor de R$ 600,00), ajuda às empresas prejudicadas pela pandemia e vacinação urgente e ampla da nossa população.

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