Reeleição de Dilma é uma vitória dos trabalhadores

O brasileiro mostrou que não aceita retrocessos nos avanços conquistados aos longo deste período em programas como: Minha Casa Minha Vida; Água para Todos; Prouni; Brasil sem Miséria; Luz para Todos; Pronatec; Mais Médicos; Ciência sem Fronteiras; etc. Sem esquecer da valorização do salário mínimo, que passou de R$ 200 (em 2002) para R$ 724,00 (em 2014), um aumento de 262%. Nosso povo venceu o ódio, a discriminação e o preconceito e enfrentou uma parte da população para reafirmar a necessidade de deixar para trás um modelo de gestão que priorizava apenas as classes mais favorecidas, entre elas os banqueiros e os grandes empresários.

O trabalhador venceu

A mobilização demonstrada pelo povo nos quatro meses de campanha deve ser usada também nas lutas de classes. Nosso povo é formado por trabalhadores que querem mudanças também no mercado de trabalho. E nós, comerciários, somos a força de trabalho que movimenta e aquece a terceira economia do país e a primeira do Norte/Nordeste. Portanto, nada mais justo que sejamos respeitados nos nossos direitos trabalhistas e no que determina a Convenção Coletiva de Trabalho. É chegada a hora de retomar a nossa campanha salarial, que emperra sem consenso desde a nossa data base, mês de março, devido as imposições dos patrões, que insistem em retirar direitos adquiridos da categoria, como a alimentação, conquistada em 2013.

Já acionamos a Justiça do Trabalho para julgar nosso dissídio coletivo e em breve teremos uma resposta, que esperamos ser satisfatória. Enquanto isso retomaremos as atividades nas ruas com manifestações e fechamento de lojas a fim de mobilizar a categoria e desta forma pressionar os patrõe a assinarem o acordo. Se for preciso cruzaremos os braços, porque na alimentação dos comerciários os patrões não metem a mão!

Continuaremos fortes até o fim!

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