Sindicatos dos comerciários da Bahia organizam lutas unificadas

No último dia 22 de janeiro, vários sindicatos se reuniram no Espaço Cultural dos Comerciários de Salvador para planejar ações unificadas nesse ano, a começar pela campanha salarial unificada das categorias que possuem a mesma data-base.

Além de dirigentes do Sindicato da capital, estiveram presentes presidentes e diretores dos sindicatos de Lauro de Freitas, Itaberaba, Castro Alves, Itabuna, Irecê e Juazeiro.

Para Euridéia Santos, presidenta do sindicato de Lauro de Freitas, “atuar de forma unida permite a categoria conquistar mais vitórias, que ajudarão a melhorar a vida de quem trabalha no comércio”. Jairo Araújo, presidente do sindicato de Itabuna, entende que essa deve a primeira de muitas outras ações a serem realizadas por essas entidades. Reginaldo Oliveira, dirigente de Salvador e articulador do encontro, considerou o evento muito positivo. “A nossa decisão de desenvolver lutas unificadas tem como objetivos centrais avançar na luta, obter novas conquistas para a categoria e atuar com unidade e amplitude no estado”, afirmou.

Cenário propício

O cenário atual promete grandes conquistas. 2009 foi mais um ano positivo para o comércio baiano. Em novembro, cresceu 8,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Mesmo com a crise mundial. É por isso que a Bahia tem o terceiro maior comércio do Brasil e o primeiro do Norte/Nordeste. O desafio é fazer refletir os bons números em melhores salários e condições de trabalho mais dignas.

O caminho está propício. Sob o comando de um ex-sindicalista e nordestino, em nosso país, 50 milhões de brasileiros tiveram mobilidade social (40 milhões saíram das classes D e E para a classe C; outros 10 milhões deixaram a linha de pobreza). Salário mínimo valorizado, bons programas sociais e 12 milhões empregos gerados, com carteira assinada, são marcas do novo Brasil. Na Bahia, em apenas quatro anos, o Governo Wagner entregará aos baianos cinco grandes novos hospitais. O TOPA (Todos Pela Alfabetização) alfabetizou 460 mil pessoas em três anos. Depois de reformar o estádio de Pituaçu, o governo lutou e assegurou Salvador como uma das sedes da Copa 2014.

Cabe aos sindicatos e a categoria comerciaria na Bahia aproveitarem o cenário propício para desenvolverem grandes lutas e conquistarem novas vitórias.

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