Taxa de desemprego do Nordeste atinge 12,8%, a maior entre as regiões

Entre os estados, as maiores taxas de desemprego no 1º trimestre de 2016 foram observadas na Bahia (15,5%), Rio Grande do Norte (14,3%) e Amapá (14,3%), enquanto as menores taxas estavam em Santa Catarina (6%), Rio Grande do Sul (7,5%) e Rondônia (7,5%).

Com relação aos salários, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores ficou acima da média do Brasil, que foi de R$1.966, nas regiões Sudeste (R$ 2.299), Centro-Oeste (R$ 2.200) e Sul (R$ 2.098), enquanto Norte (R$ 1.481) e Nordeste (R$ 1.323) ficaram abaixo da média. Na análise por estados, o Distrito Federal apresentou o maior rendimento (R$ 3.598), seguido por São Paulo (R$ 2.588) e Rio de Janeiro (R$ 2.263). Os menores rendimentos foram registrados no Maranhão (R$ 1.032), Piauí (R$ 1.263) e Ceará (R$ 1.285).

A soma dos salários de toda a população empregada, a massa de rendimento médio real habitual dos ocupadas, ficou em R$ 90,6 bilhões na região Sudeste, R$ 29,5 bilhões no Sul, R$ 27,6 bilhões no Nordeste, R$ 15,7 bilhões no Centro-Oeste e R$ 9,8 bilhões no Norte.

A Pnad Contínua referente ao ano de 2015 mostrou que contingente de desocupados passou de 6,7 milhões de pessoas em 2014 para 8,6 milhões, quase 2 milhões de desempregados a mais. A taxa média de desemprego ficou em 8,5% no ano passado e foi a maior da série histórica do estudo.

Fonte: FEC Bahia

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