Vigilante quer processar shopping, empresa e estado

Jorge trabalhava como segurança na empresa Smart Plus Serviços Ltda., que prestava serviços ao shopping. Na época, foi preso em casa e levado ao Departamento de Homicídios, onde prestou depoimento para a delegada Clelba Teles, na presença de um promotor.

“Mesmo sem estar trabalhando no horário em que o crime ocorreu, pediram a minha prisão. A delegada comentou com o promotor que eu poderia ser liberado porque não havia provas. Mas ele falou que, se havia o mandado, eu deveria ser preso”, lembra.

O vigilante teve a prisão relaxada após o filho falar com o juiz responsável, que reavaliou o caso. “Depois disso, nunca mais fui chamado para nada. Tomei conhecimento pelos jornais de informações sobre os verdadeiros culpados pelo crime”, declara.

Jorge disse que busca um advogado para processar por danos morais o estado, a empresa Smart Plus e o Salvador Shopping. “A empresa e o shopping sabiam que eu não estava trabalhando no horário do crime e não informaram”, conta.

A reportagem não conseguiu contato com a empresa Smart Plus. A delegada Clelba Teles informou que a prisão temporária de Jorge foi para investigar e que não houve nada de ilegal em seu pedido.

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